sábado, julho 15, 2006

...do Chelsea Flower Show 2006

The Savills Garden

The Saga Insurance Garden

The Pavestone Garden (A Garden of Tranquillity)

The 100% Pure New Zealand Garden

The Leeds City Council Garden

Gift of the Glacier

The Jurassic Coast Garden

The Rockwool Garden Room

The Halifax Garden - These Four Walls

The Gorilla’s Jungle Garden

Fleming's Nurseries Australian Garden presented by Trailfinders

The Cancer Research UK Garden

Barnsley House Spa Garden

GardenAfrica

Walking Barefoot with Bradstone

The Chris Beardshaw Wormcast Garden - Growing for Life at Boveridge House

4Head Garden of Dreams

e o vencedor:

The Daily Telegraph Garden

Fotos retiradas do RHS site

sexta-feira, julho 14, 2006

...de sexta á tarde


Miradouro de Salir do Porto- finalmente descobri o caminho para lá...

e esta é a vista sobre S. Martinho do Porto.

Em S. Martinho, as obras estão quase concluídas e o passeio renovado está com um ar simpático. Quase tão simpático como o "geladão" (que se vende ao Kilo na gelataria ali perto) que comemos ali naqueles bancos branquinhos . Um mimo de sexta feira á tarde... num dia de muito calor

A praia, está assim, a fazer-me lembrar as férias que aqui passei há vinte e alguns anos atrás... e a pensar como sou sortuda em poder deixar o trabalho e cinco minutos depois estar a gozar deste sol, deste mar

(e daquele .... gelado divinal...)

Agora e ao som do Rui Reininho a cantar as "Dunas..."

Amophilla arenaria - uma pioneira que ajudou muito a estabelecer as dunas da baía.

A Amophylla tem a capacidade de ir crescendo á medida que a areia se vai acumulando, daí ser usada para fixar as dunas.

A amophylla assim como toda a restante vegetação que ali se encontra, são fascinantes para mim.

E pronto, depois desta escapadinha vamos de volta para casa, prontos para mais... no fim de semana

quarta-feira, julho 12, 2006

...de um ancião


Não me importa o que você faz para sobreviver. Quero saber qual a sua dor e se você tem coragem de encontrar o que o seu coração anseia.

Não me importa saber sua idade. Quero saber se você se arriscaria parecer com um louco por amor, pelos seus sonhos, pela aventura de estar vivo.

Não me importa saber quais planetas estão quadrando sua lua. Quero saber se você tocou o âmago de sua tristeza, se as traições da vida lhe ensinaram, ou se omitiu por medo de sofrer.

Quero saber se você consegue sentar-se com as dores, minhas ou suas, sem se mexer para escondê-las, diluí-las ou fixá-las.

Quero saber se você pode conviver com a alegria, minha ou sua, se pode dançar com selvajaria e deixar o êxtase preenchê-lo até o limite sem lembrar de suas limitações de ser humano.

Não me importa se a estória que você me conta é verdadeira.

Quero saber se você é capaz de desapontar o outro para ser verdadeiro para si mesmo, se pode suportar a acusação da traição e não trair sua própria alma.

Quero saber se você pode ser fiel e consequentemente fidedigno.

Quero saber se você pode enxergar a beleza mesmo que não sejam bonitos todos os dias, e se pode perceber na sua vida a presença de Deus.

Quero saber se você pode viver com as falhas, suas e minhas, e ainda estar de pé na beira do lago e gritar para o prateado da lua cheia.... "Sim"!

Não me importa saber onde você mora ou quanto dinheiro tem.

Quero saber se você pode levantar depois de uma noite de pesar e desespero, exausto, e fazer o que tem de fazer para as crianças.

Não me importa saber quem você é, ou como veio parar aqui. Quero saber se você estará ao meu lado no centro do fogo sem recuar.

Não me importa saber onde, o que, ou com quem você estudou. Quero saber o que sustenta o seu interior quando todo o resto desaba.

Quero saber se você pode estar só consigo mesmo e se verdadeiramente gosta da companhia que carrega em seus momentos vazios.

Feliz caminhada a todos...

Desejo que encontrem a coragem e sabedoria para serem verdadeiros consigo mesmos.
Obrigado por permitir-me partilhar um presente...


Oriah Mountain Dreamer (Um Ancião Nativo Americano)

quarta-feira, julho 05, 2006

Já tem nome a árvore do post abaixo - Ficus macrophylla

terça-feira, julho 04, 2006

...sem nome


Esta árvore sempre despertou em mim um especial interesse.
De folhas persistentes, grossas mas lustrosas, verde escuro, nunca consegui ver outra igual e nem sei o seu nome.
Por instinto parece-me um Ficus, mas sem certeza nenhuma... {pela maneira como nascem as novas folhas (fazendo lembrar a planta da borracha), pelos frutos semelhantes a figos, mas pequenos, redondos e duros, pela seiva branca que surge quando arranquei uma folha}
Agora que olho para ela sabendo que tem os dias contados, ainda custa mais

Ver mais em pormenores

sexta-feira, junho 30, 2006

... de Osho

"... estás linda, eu sei ke tu já sabias
mas eu gosto de ouvir a minha voz dizê-lo!"


" Há momentos em que se tem uma espécie de ausência de peso. Anda-se sobre a terra, mas ainda assim os pés não tocam no chão, está-se a quinze centímetros do chão. Momentos de alegria, momentos de oração, momentos de meditação, momentos de celebração, momentos de amor ... e a pessoa fica sem peso, é elevada."

OSHO - Criatividade, libertar as forças interiores

quarta-feira, junho 28, 2006

...lilás

"Não te apresses, não te preocupes. Só estás aqui de visita. Portanto, certifica-te de que páras para cheirar as flores."
Walter Hagen

E sabe tão bem, fazer uma pausa, passear por Óbidos...e cheirar as flores



terça-feira, junho 27, 2006

... indiferente


"Sabes, ainda aqui estou, nesta esquina onde um dia prometeste que me surpreenderias. Mantenho-me de pé, indiferente aos gracejos de pedra das soleiras das portas...

(nao resisto á tentação de mais uma vez 'roubar' um amor atrevido... mas foi só frase e meia)

segunda-feira, junho 26, 2006

...ao invés


"A coisa mais injusta na vida é o modo como acaba...
Quero dizer, a vida é dura...
Ocupa-nos o tempo todo...
E o que é que recebes no fim? A Morte. O que é isso, um bónus?!?

Acho que o ciclo da vida está ao contrário:
Primeiro devíamos morrer, e livrávamo-nos da morte.
Depois íamos viver para um lar de terceira idade.
Depois atiravam-nos de lá pra fora quando fôssemos demasiado novos, e começávamos a trabalhar.
No primeiro dia ganhávamos um relógio de ouro.
Trabalhávamos durante 40 anos até sermos novos o suficiente paragozar a reforma.
Aí bebias álcool, ias a festas, e preparavas-te para a escola secundária.
Ias pra escola primária, tornavas-te num miúdo,
brincavas, não tinhas responsabilidades, e depois tornavas-te num bebé, de volta para o útero, passando 9 meses a flutuar em luxúrias como aquecimento central, hidromassagens e serviço de quartos, e por fim acabavas em orgasmo!
Amen".

George Louis Costanza (personagem da sitcom americana Seinfeld)

quinta-feira, junho 22, 2006

...verde

PARQUE URBANO DE VILA NOVA DA BARQUINHA

O Parque Urbano de Vila Nova da Barquinha, foi concluído e inaugurado em Junho de 2005 e agora um ano depois o espaço começa a consolidar-se na forma e na função.

É uma zona que proporciona lazer formal e informal e que liga a vila ao rio tanto do ponto de vista panorâmico como pelas actividades que ali se desenrolam como a canoagem, motonáutica, pesca, etc.

HÁ UM ANO ATRÁS, POUCO DEPOIS DA INAUGURAÇÃO, ERA ASSIM:

Vista sobre o Rio Tejo - Julho 2005

Esta ligação ao rio sempre foi muito importante, em todas as povoações, fossem aldeias, vilas ou cidades. É da História.

Esta mesma vila, ainda não há muitos anos estava a morrer, a definhar tanto na área económica, como social , cultural, etc. A população partia e ficavam os idosos, as casas em ruínas definiam até a rua principal.

Enquanto sede de concelho nao conseguia atrair as pessoas das suas freguesias nem para as suas escolas e procuravam o desenvolvimento nos concelhos vizinhos como o Entroncamento, Torres Novas, Tomar...

Mas um sopro de juventude, empenho e muita vontade de renascer, foi pouco a pouco mudando a cara e a alma desta terra. O aproveitamento do potencial do rio tejo em conjunto com todo este parque é sem dúvida mais um factor de rejuvenescimento para a Barquinha.

É senso comum que tudo o que é vivo um dia morre e isso compreende-se. Mas se criarmos condições á continuidade da vida e ao rejuvenescimento, a perda não é tão dolorosa, é apenas natural. É o que eu sinto na foto aqui ao lado.

quarta-feira, junho 21, 2006

"Trata as pessoas como se elas fossem o que desejam ser e ajudá-las-ás a tornar-se aquilo que são capazes de vir a ser."

Johann Wolfgang Von Goethe
Gravura: Jaime Olaya - La familia

segunda-feira, junho 19, 2006

...nada indiferente


Todos os jardins deviam ser fechados,
com altos muros de um cinza muito pálido,
onde uma fonte
pudesse cantar
sozinha
entre o vermelho dos cravos.
O que mata um jardim não é mesmo
alguma ausência
nem o abandono...
O que mata um jardim é esse olhar vazio
de quem por eles passa indiferente
.

Mário Quintana(1906 - 1994)

Os jardins e as pessoas...

sexta-feira, junho 16, 2006

...em comum

Um objecto e a sua função ligam estas duas fotos... e só isso, à primeira vista.
Mas acho que as juntei porque ambas estão no limiar da beleza e do chocante, do extremamente simples e do completamente artificial, e por aí fora...
No entanto, o importante são as cadeiras e a possibilidade de apanhar sol, sentadinho nelas!
Há um tempo atrás guardei esta imagem das espreguiçadeiras que tinham sido utilizadas numa espaço público de lazer, numa cidade americana.
E hoje nao resisti a apanhar esta, num cantinho da minha cidade... portuguesa.
Não quero com isto comparar os países e nem as cidades, porque de ambos os lados há bem melhor e bem pior.
E se quisesse fazer comparações bastava deixar a fotografia inteira, tal como foi tirada...
Lado a lado, dois mundos vizinhos, tão distantes... mas esse é um problema de "outras cadeiras"...

quinta-feira, junho 08, 2006

...final


Está quase a poder ser dado por concluído o desenvolvimento deste jardim. Ou melhor a sua execução.
Claro que ainda faltam alguns acertos, alguns pormenores e ver como será realmente o seu desenvolvimento.
Foram 6 meses de trabalhos, com algumas interrupções, desde a modelação do terreno, a execução dos pavimentos, as infraestruturas até á plantação.

quarta-feira, junho 07, 2006

...em Toronto



A equipa liderada pelos holandeses West 8 urban design & landscape architecture, foram os vencedores do concurso para a revitalização de uma parte da costa de Toronto, lançado pela Toronto Waterfront Revitalization Corporation (TWRC).
O concurso visava a criação de acessos públicos continuos bem como de pontões flutuantes, numa área de cerca de três quilómetros entre a Bathurst Street e a Parliament Street, com especial atenção na zona em que está inserido o centro comercial Queens Quay Boulevard.A proposta vencedora propõe características de uma arquitectura sustentável, tais como um novo sistema de gestão de águas, pontões flutuantes desenhados de forma a preservar o habitat dos peixes existentes na zona e meios de preservação da qualidade da água.
É possivel visualizar o projecto neste site

...que me fez pensar

Marcel Jouhandeau (1888-1979), escritor francês, católico e homossexual, disse:
"Cada alma é por si só uma sociedade secreta"
"O mal é aquilo que não perdoamos a nós próprios"
"O coração tem prisões que a inteligência não abre"

terça-feira, junho 06, 2006

...em Salir

Duna de Salir do Porto, vista da Baía de S. Martinho - Junho 2006
Em execução, as obras da marginal e um passeio sobrelevado sobre as dunas em volta do areal.

segunda-feira, junho 05, 2006

...em S. Martinho

São Martinho do Porto - Junho/2006