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terça-feira, novembro 13, 2007

...e o tempo

Relógio de Sol - Igreja Nossa Sra da Encarnação - Encarnação, Mafra - Séc. XVII/XVIII

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal... Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas... Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mário Quintana

quinta-feira, setembro 13, 2007

...sob o efeito do tempo

Relógio de Sol - Quinta do Rolim- A dos Negros - Óbidos

Por um lado: Quem dera que o tempo parasse

Por outro: 'Nunca se pode imaginar como se vai viver,
apenas nos podemos entregar ao momento'
e a vida é uma sucessão de momentos,
não pára...
"Relógio de Sol vertical em prisma quadrangular de pedra com as inscrições: U.B./S.S. (nos cantos superiores) e SIC/TRANSSIT/UITA/SICUT/ISTE - Assim passa a vida como este [relógio] - ladeada pela data 1826. Encontra-se sobre uma coluna de fuste octogonal adossada ao muro que delimita a propriedade. Sobrepõem-se ao paralelepipedo duas volutas."
in: Catálogo da Exposição itinerante de relógios de Sol - As sombras do tempo... Junho 2002